peeling

Peeling: o que é quando ele é indicado?

O peelingé um procedimento que incentiva as células epiteliais a se renovarem através de uma descamação controlada por métodos físicos, como a dermoabrasão, ou através de substâncias químicas.

Esse tratamento também pode ser usado para clarear cicatrizes de acne e manchas, além de agir na suavização de linhas de expressão e rugas.

Tipos de peeling

De acordo com a SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), há dois tipos de peeling: químico e físico. 

Químico

É executado por meio de aplicação de agentes químicos, como salicílico, ácidos, retinóico e glicólico que retiram as camadas superficiais da pele, a fim de que elas se regenerem posteriormente com uma melhor aparência.

Eles são aplicados para a redução de manchas, rugas e também auxiliam no tratamento de cicatrizes de acne.

Físico

O peeling físico é aplicado através de agentes que influenciam a descamação mecânica, desde de cremes abrasivos e pequenos equipamentos até aparelhos que executam uma microabrasão na pele por defluxo de cristais (peeling de cristal) ou de pontas de diamantes (peeling de diamante). 

Há casos em que logo após a primeira aplicação já é possível observar os resultados.

Quando o peeling é indicado?

Há diversas indicações, porém alguns critérios devem ser considerados, como: idade, área a ser tratada, fototipo, objetivos a serem alcançados, etc. Abaixo, veja as principais indicações:

  • Correção de rugas e acnes leves;
  • reparo de acnes mais severas;
  • suavização de manchas e cicatrizes;
  • remoção de tatuagem.

Contraindicações

Pessoas com algum tipo de doença de pele ou com infecções não devem realizar nenhum procedimento de peeling.

Ainda, quem tem herpes,mesmo que inativa, necessita de tratamento antiviral antes de realizar qualquer tratamento estético.

Os peelings à base de ácidos (fenol, retinóico ou glicólico) não são recomendados às mulheres grávidas devido a intensidade de substâncias presentes em sua composição, capazes de prejudicar desenvolvimento do bebê.

Porém, o peeling de cristal, que não faz uso de nenhuma substância química, pode ser usado.

Possíveis complicações

A princípio, é bom destacar que as complicações só ocorrem quando os pacientes não seguem os cuidados necessários após o tratamento.

Por conta disso, é comum a ocorrência de desconforto na pele, queimadura, irritação ou inchaço.

A seguir, confira quais são as complicações consideradas como mais graves.

  • Perda da proteção cutânea e lesão do tecido — também podendo causar infecções herpéticas, bacterianas e até mesmo cândida;
  • Alteração na cicatrização, mudanças na textura da pele e surgimento de bolinhas brancas (milium);
  • Alterações pigmentares, como hipopigmentação, hiperpigmentação e linhas de demarcação;
  • Reação de incompatibilidade a agentes químicos, como: reação alérgica, erupções acneiformes e toxicidade;
  • Aparecimento de pequenos vasos na pele e manchas.

Cuidados pós peeling

Após o procedimento, a pele fica bem sensível e, por esse motivo, a recomendação é evitar a exposição solar, usar filtro solar de 3 em 3 horas e evitar ao máximo tocar na área que foi tratada.

Além do mais, é importante fazer uso de cremes hidratantes a fim de manter a pele saudável e impedir o surgimento de manchas e outras degenerações.

É de suma importância lavar a pele que foi tratada com sabonete neutro, a fim de evitar que área sofra algum tipo de irritação.

Por fim, também é recomendado voltar ao profissional que realizou o peeling caso haja algum tipo de irritação.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais sobre meu trabalho como dermatologista no Rio de Janeiro.

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